Testemunhos

Sexta - 13/03/2009 às 15:00

Livramento de assaltantes

Maria José Assunção


No dia 14 de novembro de 2008 saí de viagem para Cuiabá, onde reside meu filho Jeziel e que na ocasião estava ali também minha filha para prestar vestibular. Como eu faria aniversário no dia 16 meus filhos quiseram que eu estivesse ali. Sempre que eles me chamam não penso duas vezes, eu vou, pois os amo muito e desejo estar com eles, mas nesta ocasião foi diferente, senti algo me apertando o coração e não desejava ir. Mas meu esposo insistiu que eu fosse e faltando 3hs para a partida do ônibus resolvi e então fui.

Assim que cheguei, já fiquei sabendo que a um mês e meio atrás havia entrado ladrão em sua casa, em um domingo. Arrancaram a grade de proteção, arrebentaram a veneziana e roubaram vários objetos de valor, mas eles não estavam em casa. Fiquei muito chateada com isso, mas agradeci a Deus pois eles não presenciaram nada. Passei o domingo do dia 16, muito feliz ao lado dos meus. A noite meu filho perguntando se eu desejava ir ao culto e como sabia que ele havia passado toda aquela semana trabalhando noites e dias para entrega de uma gravação e estava muito cansado resolvi que ficaríamos em casa. Então minha filha e seu namorado que havia viajado comigo até ali e minha nora resolveram sair. Mas creio que Deus já estava trabalhando a nosso favor, pois Ele já sabia o que haveria de acontecer e que deveria estar somente eu e meu filho naquele momento.

Ele residia em uma chácara pouco afastada da cidade, durante o dia tinha movimento pois ali é instalada a marcenaria e a serralheria da igreja, mas a noite é totalmente isolada. A casa tem uma varanda muito grande e quando ele saiu para levá-los, fiquei ali por algum tempo brincando com a cadela, mas notei que estava escuro lá pros lados da marcenaria, já que era normal eles deixarem luzes acesas. Mas meu filho não demorou muito e chegando assentamos para conversarmos, contarmos as bênçãos e até mesmo compartilharmos as lutas pois é isso que sempre fazemos quando nos encontramos.

Assim que nos assentamos à cadela começou a latir, ele saindo a ver o que era, ela estava muito agitada e isso ocorreu por duas vezes e quando foi na terceira eu saí junto com ele, pois meu coração estava apertando assim como no dia que eu não desejava viajar. Saímos à grade e ele caminhando naquela varanda no sentido onde a cadela estava olhando e brava, saíram seis (6) homens encapuzados e armados de paus que estavam a espera dele e vieram sobre ele e batiam-lhe com muita força, só que eu que estava a uns seis (6) metros de distância via que estas pauladas não o atingia. Era Deus com as mãos estendidas. Como meu filho estava num local que não tinha como correr, pois atrás dele havia uma mesa muito grande com banco de um lado e de outro lado o carro e os homens cercando-o. E como o instinto de mãe é proteger e se preciso for dar a vida por um filho, eu não tirando os olhos dos homens, e principalmente do que estava no comando, olhei a minha frente vi uma cadeira de ferro com encosto alto e braços largos e pesada e pegando-a como se fosse uma folha de papel, fui de encontro daquele homem e disse a ele “no meu filho você não vai bater ”, e a minha força foi tanta que o joguei para traz e meu filho pode sair daquele lugar onde estava sendo agredido.

Esta não era a atitude a ser tomada, mas como sendo mãe assim agi. Deus estava alí protegendo, nenhuma daquelas pauladas, por mais força que colocassem, o acertava ou feria, mas ao mesmo tempo permitindo que lutássemos com as nossas armas,e esperando que o clamasse. Enquanto dávamos um passo para traz eles davam dois ao nosso encontro. Pela visão humana não tínhamos saída, pois a intenção deles naquele dia não era simplesmente roubar, pois se fosse assim teriam aproveitado enquanto eu estava sozinha, quando disse que as luzes estavam apagadas é porque eles já as tinham quebrado.

Naquela situação em que eles ganhavam território e nos ameaçava, levantei a minha mão e disse, pára... sai em nome de Jesus e Jeziel começou a repreender juntamente comigo e então eles pararam e, nós continuamos e Deus nos renovou no Espírito Santo e neste momento foi invertida a situação, nós avançávamos e eles recuavam e quando chegaram do lado de fora da varanda foi dado o sinal pelo líder de que se separassem, como se fugissem de grande perseguição, então três (3) deles fugiram para o meio do mato e três (3) fugiram pela estrada, deixando suas armas de fortes madeiras jogadas pelo caminho. Então fomos para dentro e glorificamos ao Senhor por esse tão grande livramento, pois neste dia eles queriam não só roubar, mas matar, pois quando meu filho saiu e fiquei ali só eles já estavam lá armando tudo, pois já haviam quebrado as lâmpadas, para agirem sem serem vistos.

Eles eram enviados por satanás que tem por função: matar, roubar e destruir, mas o nosso Deus veio para dar Vida e Vida com abundância e livramento aos seus. Depois de todo este acontecimento descobriu-se quem eram aqueles homens e quando foi perguntado a um deles a respeito da ação a resposta foi...quando começaram a falar em línguas e a repreender no nome de Jesus então temi... Deixo este testemunho para que saibam que mesmo quando passarem por lutas, provas saibam que Deus está no controle de tudo, basta somente crer e fazer a sua vontade.

E digo a vocês que no dia a dia acontece conosco coisas semelhantes, muitas vezes em alguma dificuldade recorremos aos nossos próprios meios, ou a tantas pessoas e só depois que não encontramos solução é que lembramos de Deus e do seu poder. Mas mesmo assim Ele nos socorre, livra e ajuda, mas quando clamamos, Ele então, entra com providência e a nossa vitória é completa e seu nome é glorificado. Eu louvo a Deus por seu infinito amor, sua grande misericórdia e no seu poder supremo, que são as causas de não sermos destruídos. Amém.

> Publicado por Equipe Umadu On-Line



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